15 de novembro de 2012

Educação Visual - Estudo da Cor (parte II)

Aqui fica a continuação do desafio: em cada um dos trabalhos procure identificar as quatro estações.


Mafalda Ventura 5º B

Maria Carmo 5º A

Mariana Monteiro 5º B

Sugestão de Leitura



Uma Aventura na Serra da Estrela

Volume 32 da coleção Uma Aventura, das autoras Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, e ilustrado por Arlindo Fagundes. As aventuras de Teresa, Luísa, Pedro, João, Chico e os seus companheiros inseparáveis os cães Caracol e Faial, levam os jovens leitores a conhecer e percorrer várias regiões do país, vivendo intensas aventuras e aprendendo a gostar de ler. Edições Leya-Caminho.

“Adorei ler este livro. Adoro ler os livros de aventura e achei este muito giro”.
Joana Peixinho 5º B

14 de novembro de 2012

Palestra do cientista e geógrafo Dr. João Agrela sobre a Antártida




Foi no passado dia 6 de novembro de 2012, que os alunos do 8º ano receberam a visita do cientista e geógrafo, Dr. João Agrela.
Foi um momento bem passado, pois, adorámos saber como é viver durante dois meses, num continente quase “afastado” do resto do mundo.
Ele explicou-nos muitas coisas, mostrou-nos imensos vídeos e fotografias que ele e os seus colegas (de diferentes países e línguas), fotografavam nos seus tempos livres e em alguns momentos de trabalho. Também nos mostrou alguns objetos e instrumentos que o tinham acompanhado na sua viagem e que utilizou no seu trabalho de investigação sobre “permafrost”.
Nós escutámos com muita atenção as histórias que ele contava, pois, estávamos bastante curiosos para saber como é que seria viver durante dois meses na Antártida.
Segundo o cientista, o que mais lhe custou foi a viagem de barco entre a Argentina e a Antártida (o mar é muito agitado as vagas atingem cerca de 6 metros), e também o momento da despedida. Ele disse-nos que gostou muito de lá estar e que adorava repetir a experiência.
No final, alguns de nós fizeram-lhe perguntas e foram observar os objetos que ele tinha trazido. Alguns ficaram também, com uma pequenina vontade de fazer uma viagem à Antártida.

Inês Franco 8º A

Halloween


Na quarta-feira, dia 31 de Outubro, comemorou-se o halloween. O Halloween, Dia das Bruxas, é conhecido por as crianças, à noite, irem tocar às campainhas dizendo “doce ou travessura”. Se as pessoas responderem doce dão doce e se responderem travessura lá as crianças tratam disso.
Normalmente as crianças mascaram-se de monstros, bruxos, vampiros ou com outros fatos.
O dia seguinte é o do “pão-por-Deus” (Dia de todos os Santos – 1 de novembro), da parte da manhã, que é uma data que se comemora no mesmo género, mas ninguém vai mascarado e não há a tal travessura.

Afonso Bonecas (6ºA), Beatriz Rodrigues e Tomás de Jesus (6ºB)
Trabalho realizado na Oficina de Jornalismo


13 de novembro de 2012

Dia de Todos os Santos e Tradição do Pão-por-Deus


Dia de Todos os Santos

A festa do Dia de Todos os Santos é celebrada em honra de todos os santos e mártires, conhecidos ou não. A Igreja Católica celebra a 1 de novembro seguido do Dia dos Fiéis Defuntos a 2 de novembro.No século II, os cristãos começaram a honrar os martirizados pela fé e, achando que eles já no céu com Deus, rezavam- lhes para que pedissem por eles. A comemoração regular deste dia começou em 13 de maio de 609 ou 610 com o Papa Bonifácio IV que dedicou o Panteão — templo em honra dos deuses romanos — a Maria e a todos os mártires. O Papa Gregório III (731-741 DC) alterou esta data para 1 de novembro, talvez porque já se comemorava um feriado semelhante, no mesmo dia, em Inglaterra, e dedicou uma capela em Roma a todos os santos.

Pão-por-Deus                                                     


 Em Portugal, no dia 1 de novembro ou de todos-os-santos, as crianças saem à rua e juntam-se em pequenos bandos para pedir o pão-por-deus (ou o bolinho) de porta em porta. As crianças quando pedem o pão-por-deus recitam versos e recebem como oferenda: pão, broas, bolos, romãs e frutos secos, nozes, tremoços amêndoas,ou castanhas que colocam dentro dos seus sacos de pano, de retalhos ou de borlas. Em algumas povoações chama-se a este dia o ‘Dia dos Bolinhos’ ou ‘Dia do Bolinho’. 

Curiosidades

Os bolinhos típicos são especialmente confecionados para este dia, sendo à base de farinha e erva-doce com mel (noutros locais leva batata doce e abóbora) e frutos secos como passas e nozes. São vários os versos para pedir o pão-por-Deus:

Bolinhos e bolinhos
Para mim e para vós
Para dar aos finados
Que estão mortos e enterrados
À bela, bela cruz
Truz! Truz! Truz!
A senhora que está lá dentro
Assentada num banquinho
Faz favor de s'alevantar
Para vir dar um tostãozinho.

Quando os donos da casa dão alguma coisa:

 Esta casa cheira a broa
Aqui mora gente boa.
Esta casa cheira a vinho
Aqui mora algum santinho.
 Com o passar do Tempo, o pão-por-Deus sofreu algumas alterações, os meninos que batem de porta em porta podem receber dinheiro, rebuçados ou chocolates. Esta atividade é principalmente realizada nos arredores de Lisboa, relembrando o que aconteceu no dia 1 de novembro de 1755, aquando do terramoto, em que as pessoas que viram todos os seus bens serem destruídos na catástrofe, tiveram que pedir "pão-por-Deus" nas localidades que não tinham sofrido danos.

INÊS ROLO E MARGARIDA GIL (6º A)
Trabalho realizado na Oficina de Jornalismo 

11 de novembro de 2012

Educação Visual - Estudo da Cor (parte I)


Foi pedido aos alunos do 5º ano para recriarem o ambiente de cada estação do ano, utilizando apenas a cor (cores frias e cores quentes) como meio de expressão. Os trabalhos foram muito bem executados.
Aqui fica um desafio: em cada um procure identificar as quatro estações.

Joana Costa 5ºB

Joana Martins 5ºB

Luzette Van Wijk 5ºB 

8 de novembro de 2012

Sugestão de Leitura



História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar



Esta obra, do mais do que conhecido autor Luis Sepúlveda, agrada a leitores de todas as idades. É uma ótima oportunidade para fazer uma leitura em família. Aqui apresentada numa edição da Porto Editora e integrada no Plano Nacional de Leitura.

"A minha tia deu-me o livro e eu achei-o interessante. Esta história está cheia de esperança e, ao mesmo tempo, de felicidade. Eu gostei muito".

Joana Martins 5º B