20 de março de 2008

11 de março de 2008

PREPARAR A PÁSCOA


(desenho de alunos dos 5 anos)

Hoje mais do que nunca somos dominados pela ânsia de viver e tirar da vida o máximo de sumo. No entanto, na nossa existência pessoal passamos, muitas vezes, por situações de desespero, em que tudo parece perder o sentido. A morte de alguém querido, o desmoronar dos laços familiares, a traição de um amigo ou de alguém a quem amamos, a perda ou a enfermidade de um filho, a solidão, a falta de objectivos que nos lançam muitas vezes num vazio do qual não conseguimos facilmente sair.

Ver os telejornais ou ler os jornais é acompanhar a par e passo os dramas, sofrimentos, injustiças e violências, como se o mundo fosse um imenso campo de destruição e morte. No entanto, apesar do sofrimento que faz parte da condição de fragilidade em que vivemos, Deus está presente na história humana, criando vida e oferecendo a esperança aos homens.

Deus, através da sua Palavra, garante-nos que não estamos perdidos e abandonados à nossa impotência e finitude… Deus caminha ao nosso lado; em cada instante Ele lá está, dando vida à “morte” dando-nos a coragem de sair do sepulcro”.
Na história de Lázaro lida neste V domingo da Quaresma Jesus refere-se, também e sobretudo, aos mortos de coração e aos mortos espirituais.
Que fazer? Onde encontrar o remédio para tão grandes males? É preciso, como fizeram as irmãs de Lázaro, chamar, implorar a Jesus, porque só Ele pode curar e fazer ressuscitar os coração para a esperança.


Sugestões:

Leitura do Evangelho

5º Domingo da Quaresma Ano A
9 de Março de 2008


EVANGELHO – Jo 11,1-45

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João Naquele tempo, estava doente
certo homem, Lázaro de Botânica, aldeia de Marta e de Maria, sua irmã. Maria era aquela
que tinha ungido o Senhor com perfume e Lhe tinha enxugado os pés com os cabelos. Era
seu irmão Lázaro que estava doente. As irmãs mandaram então dizer a Jesus:
«Senhor, o teu amigo está doente». Ouvindo isto, Jesus disse:
«Essa doença não é mortal, mas é para a glória de Deus, para que por ela seja glorificado o Filho do homem». Jesus era amigo de Marta, de sua irmã e de Lázaro. Entretanto, depois de ouvir dizer que ele estava doente, ficou ainda dois dias no local onde Se encontrava. Depois disse aos discípulos: «Vamos de novo para a Judeia». Os discípulos disseram-lhe: «Mestre, ainda há pouco os judeus procuravam a apedrejar-te e voltas para lá?» Jesus respondeu: «Não são doze as horas do dia?


Se alguém andar de dia, não tropeça, porque vê a luz deste mundo.
Mas se andar de noite, tropeça, porque não tem luz consigo». Dito isto, acrescentou: «O nosso amigo Lázaro dorme, mas Eu vou despertá-lo». Disseram então os discípulos: «Senhor, se dorme, está salvo». Jesus referia-se à morte de Lázaro, mas eles entenderam que falava do sono natural. Disse-lhes então Jesus abertamente: «Lázaro morreu; por vossa causa, alegro-me de não ter estado lá, para que acrediteis. Mas, vamos ter com ele». Tomé, chamado Dízimo, disse aos companheiros: «Vamos nós também, para morrermos com Ele». Ao chegar, Jesus encontrou o amigo sepultado havia quatro dias. Betânia distava de Jerusalém cerca de três quilómetros. Muitos judeus tinham ido visitar Marta e Maria, para lhes apresentar condolências pela morte do irmão. Quando ouviu dizer que Jesus estava a chegar, Marta saiu ao seu encontro, enquanto Maria ficou sentada em casa.


Marta disse a Jesus: «Senhor, se tivesses estado aqui, meu irmão não teria morrido. Mas sei que, mesmo agora, tudo o que pedires a Deus, Deus To concederá». Disse-lhe Jesus: «Teu irmão ressuscitará». Marta respondeu: «Eu sei que há-de ressuscitar na ressurreição, no último dia».
Disse-lhe Jesus: «Eu sou a ressurreição e a vida. Quem acredita em Mim, ainda que tenha morrido, viverá; E todo aquele que vive e acredita em Mim, nunca morrerá. Acreditas nisto?» Disse-Lhe Marta: «Acredito, Senhor, que Tu és o Messias, o Filho de Deus,que havia de vir ao mundo». Dito isto, retirou-se e foi chamar Maria, a quem disse em segredo: «O Mestre está ali e manda-te chamar». Logo que ouviu isto, Maria levantou-se e foi ter com Jesus.
Jesus ainda não tinha chegado à aldeia, mas estava no lugar em que Marta viera ao seu encontro. Então os judeus que estavam com Maria em casa para lhe apresentar condolências, ao verem-na levantar-se e sair rapidamente, seguiram-na, pensando que se dirigia ao túmulo para chorar.


Quando chegou aonde estava Jesus, Maria, logo que O viu, caiu-lhe aos pés e disse-lhe: «Senhor, se tivesses estado aqui, meu irmão não teria morrido». Jesus, ao vê-la chorar, e vendo chorar também os judeus que vinham com ela, comoveu-se profundamente e perturbou-se. Depois perguntou: «Onde o pusestes?» Responderam-Lhe: «Vem ver, Senhor». E Jesus chorou. Diziam então os judeus:«Vede como era seu amigo». Mas alguns deles observaram: «Então Ele, que abriu os olhos ao cego,não podia também ter feito que este homem não morresse?» Entretanto, Jesus, intimamente comovido, chegou ao túmulo. Era uma gruta, com uma pedra posta à entrada. Disse Jesus: «Tirai a pedra». Respondeu Marta, irmã do morto: «Já cheira mal, Senhor, pois morreu há quatro dias». Disse Jesus: «Eu não te disse que, se acreditasses, verias a glória de Deus?» Tiraram então a pedra. Jesus, levantando os olhos ao Céu, disse: «Pai, dou-te graças por Me teres ouvido. Eu bem sei que sempre Me ouves, mas falei assim por causa da multidão que nos cerca, para acreditarem que Tu Me enviaste». Dito isto, bradou com voz forte: «Lázaro, sai para fora». O morto saiu, de mãos e pés enfaixados com ligaduras e o rosto envolvido num sudário. Disse-lhes Jesus: «Desligai-o e deixai-o ir». Então muitos judeus, que tinham ido visitar Maria, ao verem o que Jesus fizera, acreditaram n’Ele.

27 de fevereiro de 2008



PREPARAR A PÁSCOA




Para todos nós!
Seja a Quaresma, como caminhada para a Páscoa, um tempo mais atento ao nosso Deus, que muito nos dirá no “deserto” que fizermos, mesmo por entre as ocupações do dia a dia. Exactamente para que a vida não fique árida e desgastante, aproveitemos a Quaresma para escolher Deus como fonte de tranquilidade e realização e a oração como alento.
No próximo domingo Jesus é-nos apresentado, através do relato do cego de nascença, como Luz do mundo, porque de facto só Ele pode iluminar as trevas deste mundo e abrir os olhos da mais profunda e terrível cegueira, aquela que não nos deixa ver que só Ele é o caminho que conduz até Deus, fonte da qual jorra a verdadeira felicidade.
Sugestão:


Leitura bíblica

4º Domingo da Quaresma Ano A
2 de Março de 2008


EVANGELHO – Jo 9,1-41


Naquele tempo, Jesus encontrou no seu caminho um cego de nascença.
Os discípulos perguntaram-Lhe: «Mestre, quem é que pecou para ele nascer cego?
Ele ou os seus pais? Jesus respondeu-lhes: «Isso não tem nada que ver com os pecados
dele ou dos pais; mas aconteceu assim para se manifestarem nele as obras de Deus.
É preciso trabalhar, enquanto é dia, nas obras d’Aquele que Me enviou.
Vai chegar a noite, em que ninguém pode trabalhar.
Enquanto Eu estou no mundo, sou a luz do mundo». Dito isto, cuspiu em terra,
fez com a saliva um pouco de lodo e ungiu os olhos do cego.
Depois disse-lhe: «Vai lavar-te à piscina de Siloé»; Siloé quer dizer «Enviado».
Ele foi, lavou-se e ficou a ver. Entretanto, perguntavam os vizinhos
e os que antes o viam a mendigar: «Não é este o que costumava estar sentado
a pedir esmola?» Uns diziam: «É ele». Outros afirmavam: «Não é. É parecido com ele».

Mas ele próprio dizia: «Sou eu». Perguntaram-lhe então:« Como foi que se abriram os teus
olhos?» Ele respondeu: «Esse homem, que se chama Jesus, fez um pouco de lodo,
ungiu- me os olhos e disse-me: ‘Vai lavar-te à piscina de Siloé’.
Eu fui, lavei-me e comecei a ver». Perguntaram-lhe ainda: «Onde está Ele?»
O homem respondeu: «Não sei». Levaram aos fariseus o que tinha sido cego.
Era sábado esse dia em que Jesus fizeram lodo e lhe tinha aberto os olhos.
Por isso, os fariseus perguntaram ao homem como tinha recuperado a vista.
Ele declarou-lhes: «Jesus pôs-me lodo nos olhos; depois fui lavar-me e agora vejo».
Diziam alguns dos fariseus:«Esse homem não vem de Deus, porque não guarda o sábado».
Outros observavam :« Como pode um pecador fazer tais milagres?»
E havia desacordo entre eles. Perguntaram então novamente ao cego:
«Tu que dizes d’Aquele que te deu a vista?»
O homem respondeu: «É um profeta». Os judeus não quiseram acreditar que ele tinha
sido cego e começara a ver. Chamaram então os pais dele e perguntaram-lhes:
«É este o vosso filho? É verdade que nasceu cego? Como é que agora vê?»
Os pais responderam: «Sabemos que este é o nosso filho e que nasceu cego;
mas não sabemos como é que ele agora vê, nem sabemos quem lhe abriu os olhos.
Ele já tem idade para responder: perguntai-lho vós».
Foi por medo que eles deram esta resposta, porque os judeus tinham decidido expulsar da sinagoga quem reconhecesse que Jesus era o Messias.
Por isso é que disseram: «Ele já tem idade para responder; perguntai-lho vós».
Os judeus chamaram outra vez o que tinha sido curado
e disseram-lhe: «Dá glória a Deus. Nós sabemos que esse homem é pecador».
Ele respondeu: «Se é pecador, não sei. O que sei é que eu era cego e agora vejo».
Perguntaram-lhe então: «Que te fez Ele? Como te abriu os olhos?»
O homem replicou:«Já vos disse e não destes ouvidos. Porque desejais ouvi-lo novamente?


Também quereis fazer-vos seus discípulos?» Então insultaram-no e disseram-lhe:
«Tu é que és seu discípulo; nós somos discípulos de Moisés; mas este, nem sabe de onde é». O homem respondeu-lhes: «Isto é realmente estranho: não sabeis de onde Ele é, mas a verdade é que Ele me deu a vista. Ora, nós sabemos que Deus não escuta os pecadores,
mas escuta aqueles que O adoram e fazem a sua vontade.
Nunca se ouviu dizer que alguém tenha aberto os olhos
a um cego de nascença. Se Ele não viesse de Deus, nada podia fazer».
Replicaram-lhe então eles: «Tu nasceste inteiramente em pecado e pretendes ensinar-nos?»
E expulsaram-no. Jesus soube que o tinham expulsado e, encontrando-o, disse-lhe:
«Tu acreditas no Filho do homem?» Ele respondeu-lhe:
«Senhor, quem é Ele, para que eu acredite?» Disse-lhe Jesus;
«Já O viste: é Quem está a falar contigo». O homem prostrou-se diante de Jesus e exclamou:
«Eu creio, Senhor». Então Jesus disse-lhe:
«Eu vim para exercer um juízo: os que não vêem ficarão a ver;
os que vêem ficarão cegos». Alguns fariseus que estavam com Ele, ouvindo isto,
perguntaram- lhe: «Nós também somos cegos?»
Respondeu-lhes Jesus: «Se fôsseis cegos, não teríeis pecado.
Mas como agora dizeis: ‘Não vemos, o vosso pecado permanece».

14 de fevereiro de 2008

ASTERIX NOS JOGOS OLÍMPICOS

EXAMES NACIONAIS 2008

Está já afixado no colégio ( Sala das Colunas) o calendário dos EXAMES NACIONAIS DO ENSINO BÁSICO - 2008.

Os Exames de anos anteriores podem ser consultados pelos alunos na Biblioteca do Colégio.

28 de janeiro de 2008

CORTA MATO 2008


Foi no passado dia 16 de Janeiro que se realizou mais um corta mato inter escolas do concelho de Sintra. Desta vez, tal como no ano passado, a competição realizou-se na Academia da Força Aérea – Sintra. Foi uma manhã muito bem passada na presença de vários alunos de diferentes estabelecimentos de ensino. Apesar de algumas ameaças de chuva, o São Pedro foi generoso e deu uma ajudinha no que toca ao tempo.
Como já é hábito, o nosso colégio marcou presença com um grupo bastante grande de atletas. Foram inscritos para esta prova 24 alunos do 3º ao 9ºanos, dos quais quatro foram medalhados. Para que fiquem a conhecer melhor quem representou o Colégio de São José do Ramalhão aqui ficam os nomes e as respectivas turmas:

Luís Laranjeiro-3ºB (sétimo lugar); Pedro Silva-3ºC, Daniel Mendonça-4ºA; João Relvas-4ºB (décimo lugar); João Mário-5ºA; Diogo Braga-5ºB; Diogo Correia-6ºA; Diogo Carvalho-6ºB (décimo Lugar); Diogo Coelho-8º A; Patrick Kodde-8ºB; Pedro Miranda-9ºA; Filipe Costa-9ºB; Marta Moita-3º B; Ana Marques-3ºC; Carlota Gouveia-4ºA (nono Lugar); Inês Matos-4ºB; Carolina Ramos-5ºA; Sofia Trindade-5ºB; Francisca Cambra-6ºA; Sara Simões-6ºB; Madalena Duarte-8ºA; Beatriz Curtinhal-8ºB; Mafalda Moura-9ºA; Rebeca Fiadeiro-9º B

É de salientar o enorme entusiasmo, motivação e o espírito competitivo dos alunos o que é muito gratificante para todos os professores e Irmãs.

Mais uma vez…..PARABÉNS RAMALHÃO!!!

os professores de Educação Fisica do Colégio

18 de janeiro de 2008

VISITA DE ESTUDO

O 9 º ano começou o segundo período de uma forma diferente: no primeiro dia de aulas , fomos ao Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, para observarmos algumas obras relacionadas com as matérias estudadas nas aulas:a Custódia de Belém, atribuída a Gil Vicente, o relicário da Rainha D.Leonor,As Tentações de Santo Antão, de Bosch,Inferno, O Julgamento das Almas e ainda os Painéis de S. Vicente de Nuno Gonçalves)

Depois do almoço, nos Jardins de Belém, deslocámo-nos até ao monumento mais visitado do país - o Mosteiro dos Jerónimos para assistirmos ao Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, que estudámos nas aulas de Língua Portuguesa e que os alunos do 9º B estão a encenar na aula de Área de Projecto.
Por fim,dirigimo-nos à Fábrica dos Pastéis de Belém para numa sala reservada só para nós, nos deliciarmos com o( muitos!) pastéis de nata mais famosos do país!
Os alunos foram unânimes em afirmar que tinha sido um dia muito bem passado e uma bela maneira d ecomeçar o ano!